A profecia

Histórias envolvendo profecias sempre marcaram a humanidade com promessas de fim de mundo recheados de catástrofes. A mais atual se trata do calendário Maya – que de acordo com certos cálculos e interpretações, o mundo supostamente acabará agora em 2012. Que o mundo tem data marcada para acabar ou para sofrer transformações radicais, isso é indiscutível.

No entanto, mais interessante do que prever final de mundo e imaginar sua proximidade; é imaginar exatamente que estamos á mercê de um ser que seria responsável pelo fim de tudo. Baseando-se na Bíblia cristã (se é que há outra, não conheço outra. Caso haja, acabei de cometer um pleonasmo aqui….), o Anticristo viria para a Terra fazer um salseiro, botar o mundo de ponta cabeça, para finalmente o mundo acabar.

Houve quem dissesse, em inúmeras interpretações desses textos do Livro das Revelações ou Apocalipse, que o tal Anticristo poderia ser Napoleão Bonaparte, Hitler, algum Papa Católico que estava por vir, etc etc etc. Não importa. O que importa é a magia, o encanto e a diversão que temos em cima dessas especulações.

O cinema retratou essas mesmas especulações com certo brilhantismo colocando no cenário profético, crianças como protagonistas. Quem não se impressionou com o filme “O Bebê de Rosemary”? A ideia de que a reencarnação do mal estivesse para chegar foi muito bem narrada naquela história.

Outro que deu o que falar foi Damien de A profecia. O livro de David Seltzer virou filme adaptado em 1976 estrelado por Lee Remick e Gregory Peck. O telespectador sabe o tempo todo o que se passa, que as mortes aparentemente acidentais somente o são para os personagens e        que a fnal de tudo dá aquele GLUP em nossa garganta ao percebermos com certo incômodo que nad Avaí terminar bem. O filme ganha um remake muito bem feito em 2006. Aliás, a estreia mundial foi em 6.6.06.

Apostem suas fichas: o Anticristo está já entre nós aprontando das suas ou o mundo vai acabar agora em 2012 mesmo de acordo com o calendário Maya? Qualquer que seja sua decisão, uma coisa é certa: não saia gastando o décimo terceiro crendo           que vai rolar o fim do mundo. Tenho o palpite de que as chances de o mundo acabar em dezembro são de 666 contra 1.

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