Sem Shankar

Hoje o mundo da música amanheceu um pouco mais vazio e triste. Calado, com um aperto no peito.
Faleceu na noite de ontem, o citarista indiano Ravi Shankar, aos 92 anos e não há bons adjetivos suficientes que caibam numa tela para denominar a importância desse músico, principalmente por ajudar a difundir a música e cultura indiana pelo resto do mundo.

Ravi Shankar

Aclamado como “padrinho da World Music“, Shankar fez colaborações importantíssimas e sempre será lembrado como parceiro de notas musicais com figuras importantes, tais como os Beatles e Jimmy Page, só para iniciar a conversa.

Como um ícone da contracultura, o movimento hippie na década de 60 foi uma grande oportunidade para Shankar colaborar com o ocidente e tentar aproximar um pouco esses dois mundos que até hoje entram tanto em conflito.

Com isso, também vem à tona um dilema familiar: Shankar era pai de duas divas da música mundial, Norah JonesAnoushka Shankar Wright. Com a primeira, ele teve diversos contratempos na vida (diz a lenda que Norah só soube que ele era seu pai em 1996) e a segunda, Anoushka, sempre esteve na posição de “filhinha querida do papai”, seguindo seus passos na cítara.

Mesmo sabendo que cedo ou tarde todos os que passam e que seu legado na música mundial será eterno, hoje acordamos um pouco tristes, mas com a certeza de que seu caminho no outro mundo será cheio de alegria e cores, por tanto ele ter deixado esse mundo aqui um pouco mais bonito.

Descanse em paz, meu velho! E MUITO obrigada por tudo, tudo, tudo, tudo!  <3

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