Intangível

Gostar de assistir filmes está diretamente ligado a gostar de pensar a vida. Bem, pelo menos no meu caso. Assisto a qualquer filme que me pedirem para ver, mas revejo apenas aqueles que me trazem pensamentos, que me levam a caminhos diferentes a cada vez que os vejo. Descobri recentemente um filme leve que provocou justamente a sensação de querer pensar mais sobre a vida, de me preocupar menos, de viver mais, independemente das condições que nos são impostas. Afinal, as oportunidades aparecem e são criadas, mas as escolhas nós mesmos fazemos, inclusive a de como olhar para o que está a nossa frente. Ou para os lados. Ou para cima. Ou para dentro. O importante e que a vontade esta dentro de cada um. 

O filme Intocáveis (França, 2011) traz também a vontade alheia combinada a nossa, no exemplo da construção de uma amizade bastante improvável a qualquer mente fechada. Ou não. São tantas as variáveis que nos levam a confiar em pessoas tão diferentes de nós mesmos (e vice-versa) e, muitas vezes em curtíssimo tempo, a não entender como a vida fazia sentido antes de nos encontrarmos. O filme não se propõe a analisar nada disso – e algum filme se propõe a alguma coisa? Mas a cada cena, a cada sorriso dos personagens eu escolhi refletir sobre minhas próprias escolhas, sobre as pessoas que quero perto de mim (no coração) por muito tempo, não importando os diferentes caminhos que tomemos. Espero voar com todos ao infinito e além. Ops, este e outro filme!

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